Os autores deste jornal virtual cumprimentam todos os que passam os olhos pelos assuntos destas páginas.
Domingo, 6 de Abril de 2008
O 9º C do Carolina, em grande!...

Este blogue em que participo não é um meio de comunicação de massas e ainda bem senão também era acusado de estar a inflacionar um acto de indisciplina sim, mas onde não houve pinta de sangue!...

Talvez por aquilo ter acontecido numa escola que as nossas mentes ainda retêm de ser a coqueluche da cidade do Porto, Carolina Micaëlis, onde o corpo docente dava cartas. Há dias na televisão um conhecido comentarista dizia: ainda bem que a minha mãe, que foi lá professora, já não está cá!...

Mas se descermos à terra temos que admitir que o caso foi demasiado empolado não só pela comunicação social como até por entidades do poder, como a procuradoria da República. Bem, também constatamos que o ME se fechou ou distorceu a realidade. Alguns professores ainda mandaram uns bitaites como Charrua mas a ordem foi para fecho eclaire a começar pela DREN.

Sejamos razoáveis, todos se portaram mal desde os putos na sala até à comunicação social sempre ávida de sangue e chegando às estruturas da escola, DREN e ME.

O 9º C saiu fora das marcas, é verdade, mas quem não se lembra daqueles estudantes que mostraram o cu, nádegas se preferirem, à ministra Ferreira Leite?!... E aqueles batentes da nossa praça que fizeram das suas quando passaram pelos bancos da escola. O JN há dias, no calor do caso da escola Carolina trouxe à ribalta algumas patifarias desses  self made man que hoje lideram as mentalidades, no entanto todos frisam o respeito pelo mestre.

 Em conclusão podemos admitir que este caso foi uma mais-valia para avivar um assunto que andava adormecido pelo ME – a autoridade do professor – tema que parece estar agora em cima da mesa.

PS: Rangel diz no Correio da Manhã: "espero e desejo que aquela aluna, que gritava à sua professora à medida que a ia esfrangalhando, seja expulsa". Não Sr. Rangel a aluna foi castigada mas não expulsa. O Sr. também não gostaria de ser expulso do jornal lá por ter dito cobras e lagartos dos professores, pois é, foi verrinoso para esta classe e agora vem de mansinho colocar-se ao lado da prof.

   Fiquem bem, antonio

 

 


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Publicado por antonioduvidas às 12:00
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3 comentários:
De caminheiro1 a 7 de Abril de 2008 às 01:01
E tudo teria sido bem mais simples se a professora tivesse:
1-Parou a aula. Meus amigos, dado que houve aqui um desrespeito a uma regra instituída, vou ter de agir.
2-Aluna fulana, visto que quebrou uma das regras do uso de telemóveis nesta escola, em contexto de sala de aula, sou obrigada a expulsá-la da sala. Faça o favor de se retirar.
3-Bloco de apontamentos numa mão e caneta outra-Registo sumário da ocorrência, apenas com nome e número da aluna, turma, ano, sala dia e hora.
4- Retoma da aula-Com o pedido de desculpas aos alunos pela interrupção, era retomada a normalidade da actividade, fosse ela livre ou não.
5-Comunicação da ocorrência-Finda a aula, era entregue no órgão de gestão a comunicação da ocorrência.
O restante seria única e exclusivamente assunto interno, da competência do Conselho Executivo. O único atenuante que encontro para esta professora é o facto de esta e todos os professores do ensino público estarem a trabalhar pelos cabelos, aturando tudo e mais alguma coisa e engolindo elefantes vivos. Mas assim com exemplos destes ninguém sai beneficiado: nem o sistema, nem os docentes, nem os alunos. Ninguém mesmo. E a estrutura educativa, já com problemas que cheguem, vai ficando prejudicada na sua imagem pública. Só tenho de dar uma palavra de conforto à colega que não conseguiu resistir e partiu para uma tentativa de ter nas suas mãos um património que não era seu. O que era seu e estava ao seu alcance usar era o Regulamento Interno(RI). Para esta e todas as situações que ultrapassem o RI. Saudações pedagógicas do Francisco.


De antonioduvidas a 7 de Abril de 2008 às 18:16
Pois, pois, Franc deveria ser como dizes se a prof. confiasse nos orgãos directivos da Escola e se estes confiassem nas estruturas que lhe estão por cima, DREN e ME. A prof. ao não comunicar inicialmente deve-se ao facto de não se querer meter em alhadas maiores. Nós já por lá andamos e sabemos como é que tudo isto funciona. O azar maior para todos foi a acção do artista, leia-se, cineasta.
Temos que nos interrogar, já o sabemos, o motivo deste engolir de sapos pelos prof.essores. Como já falei o tapete tem sido tirado ao corpo docente, aqui incluo também os funcionários.

(antonio)


De caminheiro1 a 7 de Abril de 2008 às 23:27
Meu caro, quando eu não confio em quem me recebe uma exposição ou participação, apenas tenho de fazer uma coisa: levo cópia e peço para autenticarem no acto da recepção para funcionar como recibo e para servir de prova futura. Sempre assim fiz quando muitos, mas mesmo muitos docentes me entregaram relatórios que ninguém leu e que iriam ser postos num armário do estabelecimento onde toda a gente tinha acesso. Muitos colegas mas mesmo muitos consideravam que era uma desnecessidade, que o Francisco só perdia tempo com aquelas coisas, enfim...Não é preciso DREN's nem ME's para nada. Os órgãos de gestão dos estabelecimentos, leia-se conselhos executivos, têm regulamentos do aluno e do estabelecimento para fazer cumprir. Os elementos desses órgãos não dão aulas. Apenas gerem e não gerem nada, porque trabalhar faz calos e dá muitas dores de cabeça. É melhor deixar correr o marfim e depois, quando começa a trovejar, ai valha-nos Santa Bárbara. Tomara os directores e coordenadores de estabelecimento terem à sua mão um estatuto de aluno que lhes permitisse punir no 1.º ciclo desrespeitos às regras e aos RI's. Quanto ao cineasta e a toda a movimentação que se gerou, é evidente que encontramos explicação na psicologia das massas. Saudações bloguistas do Francisco.


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